A vida de uma Abelhinha na sua pequena, e por vezes confusa, colmeia!

.Abelhinha

.Novembro 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
13
14

16
17
18
19
20
21

22
24
25
26
27
28

29
30


.Potes de mel

. Pensamentos Profundos... ...

. O que trago cá dentro

. A indecisao de ser decidi...

. Costumes

. Ficamos por aqui.

. Não te amo

. Noddy oTraficante de Drog...

. Ladies and Gentleman... T...

. Ron Mueck

. POEMA À MÂE

.arquivos

. Novembro 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Novembro 2007

.Fazer olhinhos

.piaçaba

badge

.Fábrica de historias

Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Pensamentos Profundos... Not!

 

 

Regras base para não nos magoarmos numa relação amorosa:

 

Não nos atirarmos de cabeça - Check

Não ter receio de acabar e de que se vai sentir depois - Check

Não ter medo de ficarmos sozinhos - Check

Escolher o timing - Not cheched... Nunca... Nunca(!!) acabar um namoro no Natal!!

 

 

sinto-me:

publicado por Abelhinha às 18:04

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Domingo, 15 de Novembro de 2009

O que trago cá dentro

 

 

 

'Tou de coraçãozinho apertado.

Nem sei bem o que sinto. Nem devo pensar nas pequenas coisas que voltarão a mudar. Sei no entanto que é pelo melhor. Se não é paixão, se não é amor, then what's the point?...

 

Mas pronto sinto-me desiludida... Com esta treta do amor.

 

Hoje vi um pedacinho dele e o coração bateu forte, mais do que nos ultimos 4 meses alguma vez bateu.

 

Não quero voltar atrás, mas quero voltar a apaixonar-me e sentir o coração bater como sei que ele pode bater. Quero puder voltar a dizer  "tu existes no cantinho do meu sorriso".

Quero voltar a ter medo de te perder, de pensar que sem ti morro, que és o meu amor, a minha loucura, e só existes tu para mim... Que sou tua.

 

Quero correr para ti cheia de saudades, quero chorar, quero emocionar-me com o teu sorriso, quero sentir-me completa ao teu lado mesmo que não falemos, quero sentir-me uma tonta porque liguei quando não devia porque não conseguia adormecer sem ouvir a tua voz....

 

Quero... Quero... Quero voltar a dizer Amo-te com todas as celulazinhas do meu corpo. Com toda a verdade que existe em mim.

 

Repito, para me perceberem, e para mim propria, não quero voltar atrás porque esse não é o meu caminho, quero seguir em frente mas gostava de acreditar que tu estás algures no caminho... E não consigo acreditar.

 

 

sinto-me: Nem sei!!!

publicado por Abelhinha às 18:50

link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

A indecisao de ser decidida

 

 

 

Novo.

Novo trabalho.

Novo namorado.

Novo computador.

Novo telemóvel.

Novos sonhos. Mas quais?...

 

Eu? (Ficar para tia ou para zorra)

Eu e o gato? (será que o gato tem paciência para me aturar e mais importante será que me passa a ferro tão bem como a minha mãe??)

Eu e tu? (Será que estás á altura?)

Eu e outro (principe encantado quiçá!!!)? (Isso existe em que conto encantado?)

 

Bah.

 

 

sinto-me:
tags:

publicado por Abelhinha às 00:33

link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Costumes


publicado por Abelhinha às 20:10

link do post | comentar | favorito
|

Domingo, 25 de Janeiro de 2009

Ficamos por aqui.

Colocamos o ponto final onde antes pusemos virgulas ou reticencias...

Por tudo o que me deste e que eu te dei dou-te este post.

 

 

 

 

 

 

Adeus Perlimplim, teremos sempre o Hotel California.

 

 

 


publicado por Abelhinha às 16:17

link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Não te amo

Almeida Garrett

Não te Amo
 
                       Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma. 
                       E eu n 'alma – tenho a calma, 
                       A calma – do jazigo. 
                       Ai! não te amo, não. 

                       Não te amo, quero-te: o amor é vida. 
                       E a vida – nem sentida 
                       A trago eu já comigo. 
                       Ai, não te amo, não! 

                       Ai! não te amo, não; e só te quero 
                       De um querer bruto e fero 
                       Que o sangue me devora, 
                       Não chega ao coração. 

                       Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela. 
                       Quem ama a aziaga estrela 
                       Que lhe luz na má hora 
                       Da sua perdição? 

                       E quero-te, e não te amo, que é forçado, 
                       De mau, feitiço azado 
                       Este indigno furor. 
                       Mas oh! não te amo, não. 

                       E infame sou, porque te quero; e tanto 
                       Que de mim tenho espanto,                       
                       De ti medo e terror... 
                       Mas amar!... não te amo, não. 

sinto-me: Portuguesinha

publicado por Abelhinha às 13:09

link do post | comentar | favorito
|

Sábado, 29 de Novembro de 2008

Noddy oTraficante de Droga

 


publicado por Abelhinha às 15:50

link do post | comentar | favorito
|

Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Ladies and Gentleman... The Eagles!!!...

 

 

 

sinto-me:

publicado por Abelhinha às 17:10

link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Ron Mueck

Ron Mueck

 

 

"A Girl" by Ron Mueck (2006)

The detail in the foot of "Boy".

Ron Mueck (born 1958) is an Australian hyperrealist sculptor working in Great Britain.

Mueck's early career was as a model maker and puppeteer for children's television and films, notably the film Labyrinth for which he also contributed the voice of Ludo, and the Jim Henson series The Storyteller.

Mueck moved on to establish his own company in London, making photo-realistic props and animatronics for the advertising industry. Although highly detailed, these props were usually designed to be photographed from one specific angle hiding the mess of construction seen from the other side. Mueck increasingly wanted to produce realistic sculptures which looked perfect from all angles.

In 1996 Mueck transitioned to fine art, collaborating with his mother-in-law, Paula Rego, to produce small figures as part of a tableau she was showing at the Hayward Gallery. Rego introduced him to Charles Saatchi who was immediately impressed and started to collect and commission work. This led to the piece which made Mueck's name, Dead Dad, being included in the Sensation show at the Royal Academy the following year. Dead Dad is a rather haunting silicone and mixed media sculpture of the corpse of Mueck's father reduced to about two thirds of its natural scale. It is the only work of Mueck's that uses his own hair for the finished product.

Mueck's sculptures faithfully reproduce the minute detail of the human body, but play with scale to produce disconcertingly jarring visual images. His five metre high sculpture Boy 1999 was a feature in the Millennium Dome and later exhibited in the Venice Biennale.

In 1999 Mueck was appointed as Associate Artist at the National Gallery, London. During this two year post he created the works Mother and Child, Pregnant Woman, Man in a Boat and Swaddled Baby.[1]

In 2002 his sculpture Pregnant Woman[2] was purchased by the National Gallery of Australia for AU$800,000.

 

(in Wikipedia)

 

Para ver todo o trabalho dele:

 

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/gallery/2005/12/29/GA2005122900888_index_frames.htm?startat=1

sinto-me: Artista

publicado por Abelhinha às 16:23

link do post | comentar | favorito
|

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

POEMA À MÂE

 

No mais fundo de ti
Eu sei que te traí, mãe.

Tudo porque já não sou
O menino adormecido
No fundo dos teus olhos.

Tudo porque ignoras
Que há leitos onde o frio não se demora
E noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
Que apertava junto ao coração
No retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!

Olha - queres ouvir-me? -
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;

Ainda aperto contra o coração
Rosas tão brancas
Como as que tens na moldura;

Ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
No meio do laranjal…

Mas - tu sabes - a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber.

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.

Eugénio de Andrade (in “Os Amantes Sem Dinheiro”)

 

(Poema que ofereci à minha mãe num dos dias da Mãe e que tão bem nos retrata)

sinto-me: Cheia de amor
tags:

publicado por Abelhinha às 16:57

link do post | comentar | favorito
|

.pesquisar

 

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds